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segunda-feira, janeiro 22, 2007

É a lei do Aborto, ou a lei é um Aborto?

Dia 11 de Fevereiro vai haver de novo um referendo, para despenalizar (ou não) o Aborto, desta vez até às 10 semanas de gestação.
Independentemente das razões pessoais de cada um para defender o "Sim" ou o "Não", há uma questão que ainda ninguém falou (pelo menos que me tenha apercebido).
Ganhando o "Sim", que é o mais certo, onde estão defendidos os direitos do Pai da criança?
Se os argumentos do "Não" levam a Mulher a uma gravidez indesejada ou ao Aborto Ilegal, os argumentos invocados pelos adeptos do "Sim, batem sempre nos direitos da "Mãe", ignorando por completo que existe o "outro lado da mesma moeda", o Pai.
E o direito à Paternidade?
Uma mulher que faz um aborto, por auto-iniciativa, está a privar o Pai do direito sobre essa criança.
Nenhuma Mulher engravida sozinha, por obra e graça do Espirito Santo.
.
R.M.

Comments on "É a lei do Aborto, ou a lei é um Aborto?"

 

<Blogger NUNO SOARES said ... (11:26 da tarde) : 

Por mal dos nossos pecados, somos governados por assassinos. A presente lei é bastante explícita e como qualquer português, eu já a li e só digo que ninguém vai preso e ninguém está preso por fazer ou por se limitar a um aborto. Por isso meus amigos não façam desta sociedade uma rebaldaria( toca a pinar, porque se correr mal podemos abortar) este é o pensamento e a ideia com que se fica, logo se se tem de fazer um aborto recorre-se ás clinicas privadas que é onde vão estar os médicos porque ganham mais lá que no público...

É melhor prevenir com um melhor trabalho no Planemento Familiar, procurar prevenir as pessoas de que são vidas humanas que estão em jogo. Onde é que vai parar a educação dos portugueses, respeitem-se a vós próprios, procurem aconselhamento e acompanhamento, o país está mal mas tem serviços de dever para com os cidadãos. NÃO FAÇAM DESSA NOVA LEI UM MEIO DE CONTRACEPÇÃO!

 

<Anonymous tó (da horta) said ... (11:40 da tarde) : 

è como na luta contra a droga, em vez de se lutar contra a proliferação, não, vamos é dar azo para que se consuma, não nos dá tanto trabalho.

 

<Blogger JAM said ... (9:54 da manhã) : 

Tens uma parte de razao spike, é muito verdade. Eu pessoalmente votarei em branco. Apesar de ser contra o se matar vidas sem justificação, não nos esquecemos que o aborto continua a ser praticado em portugal em clinicas clandestinas e os numeros provam isso de forma assustadora. Países como a finlandia, suecia, espanha, holanda e outros na europa já legalizaram. Acho que também não se pode ficar amarrado ao passado. Nem sou do Sim nem do Não, sou do Branco. O que importa é votar.
O Sim é provavel que ganhe desta vez e lá fica o Sócrates todo contente. Uma fortuna vai ser gasta na legalizaçao se tal acontecer. E andam a fechar hospitais e maternidades? então onde vão fazer os abortos depois? uma grande contradição que ainda esta por explicar...

 

<Blogger JAM said ... (10:07 da manhã) : 

Indo à outra parte da questao... concordo claramente com este problema que é bom reflectir. Aborto legal= liberdade para a mulher fazer um aborto sem passar cartao ao pai, em qualquer lugar.
Os bebes nascem sozinhos? a decisao entao sai so de um lado?

 

<Anonymous Anónimo said ... (4:03 da tarde) : 

Então e se a mulher não souber quem é o pai?

 

<Blogger Ricardo said ... (11:48 da tarde) : 

Se por um lado é lamentavel ver mulheres na barra da justiça por terem feito Abortos, partir para a sua liberalização total (mesmo que até às 10 semanas), não é menos lamentavel.
Deixa de ser proibido para passar a ser uso corrente, como metodo contraceptivo.
Além disso, sendo parte integrante da concepção, o "Pai" não é na lei posta a votação, tido nem achado na decisão da "Mãe" em abortar.

Respondendo ao comentário acima, se a mãe não soubesse quem era o pai (por poderem ser vários)... simples, ou convencia um deles, ou não podia abortar.
Se não quizesse a criança, após o parto, dava-a para adopção.
Há centenas de casais em lista de espera para adoptarem uma criança.

 

<Blogger Corte said ... (12:07 da manhã) : 

Escrevem de uma maneira que vê-se imediatamente que nunca estiveram aflitos. Mas isso das leis é evidentemente, só para os outros, porque se for necessário vou ali a Badajoz(só uma vez não faz mal) a menina faz o abortozito e fica tudo bem.
As propostas de planeamento familiar, lembram-me a co-incineração: reduzir, reciclar e reutilizar. Entretanto é lixo tóxico por aí espalhado (aí bem perto de vocês p.ex.)e continua-se à espera.
E, sabem que mais, essa definição de vida é das coisas mais abstruzas que eu já vi. Hoje a partir de uma célula estaminal (felizmente) podem-se curar, já, algumas doenças.
São vida?
Não se pode fazer?
Um feto com dez, ou mais semanas é vida? Se a mãe morrer ele sobrevive? Isso é considerado Vida?

 

<Blogger Ricardo said ... (3:21 da tarde) : 

Um feto com 10 semanas não é vida quando não interessa que seja.
Quando interessa, ficam os pais todos contentes com a "Nova Vida".
Apesar de ser a favor da liberdade de escolha da mulher, sou contra a liberdade total e infinita.
Repito, nenhuma mulher concebe um filho sozinha.

 

<Anonymous LFD said ... (3:57 da tarde) : 

Estou gravido!

 

<Blogger JAM said ... (4:38 da tarde) : 

Acontece aos melhores filipe!!! lol