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domingo, janeiro 07, 2007

Encerramento de Consulados

O governo, anda agora virado para os seus consulados no estrangeiro. Através de uma escolha cujos critérios ainda não estão suficientemente esclarecidos, Portugal vai reduzir a sua rede diplomática.
Os Portugueses residentes no estrangeiro estão escandalizados com esta decisão, porque vão ter de fazer mais uns kilometros para tratar de "papeis".
Quanto a isso, digo apenas... "Juntem-se ao clube"
Se cá em portugal fecham maternidades por insuficiente numero de partos, obrigando grávidas a fazer mais uns kilometros, porque não fechar consulados por insuficiente número de serviços?
Se não compensa ter uma maquina diplomática para tratar de meia duzia de papeis por mês, então feche-se a porta.
Se é para apertar o cinto, então que sofram todos... os que vivem cá e os que vivem lá fora.
Afinal, somos todos Portugueses!
.
R.M.

Comments on "Encerramento de Consulados"

 

<Anonymous LFD said ... (3:08 da tarde) : 

"Se é para apertar o cinto, então que sofram todos... os que vivem cá e os que vivem lá fora.
Afinal, somos todos Portugueses!"

Não sabia que gostavas de apelar a miséria e sofrimento em conjunto.

É possível que o medo de existir seja a razão desse teu comentário e da decisão do Governo fechar certos consulados.

Meia dúzia de papeis - meia dúzia de partos, não sei qual é formula que usaram... bem até sei porque tive acesso a proposta por parte do governo ao sindicato dos trabalhadores,
O Numero de Portugueses residentes,
O Numero de Portugueses inscritos,
Actos consulares praticados por ano,
Numero de funcionários existentes em cada estrutura consular,
Numero de associações portuguesas existentes
O numero de professores de português e de alunos inscritos

Mas para qualquer Ze' Tuga, o consulado significa mais do que essa formula acima
Significa representação, e de certa forma sentir-se um pouco mais Português, mais dignificado, e com acesso directo ao seu governo, pois não nós vamos esquecer que esse Franceses e Americanos que passam ai o verão, continuam a ser Portugueses

E, os consulados são possivelmente a melhor forma que o país tem de promover a sua imagem no exterior,
Bem podia continuar mas tenho que ir escrever por profissão para ver se pago as minhas contas.

Por cá para mim se o consulado de NB fechar e tivesse que ir a Boston tratar do meu parto diplomático, eu não me importava, fazia o que tinha ser feito
mas O Barney Frank, que lidera a comissão de finanças dos estados unidos, ficou um pouco chateado com a situação e bem... Consulado vai continuar a parir BI e Passaportes,

Se calhar a formula não tem nada com que eu disse em cima, mais sim e resumidamente a quem é que vai pagar a conta

 

<Blogger Ricardo said ... (7:30 da tarde) : 

Filipe,
Ou não percebeste o que disse, ou fizestes que não percebeste para poderes defender a tua causa.
Mas eu explico.
Sou contra o fecho dos consulados e contra o fecho das maternidades (sou ainda mais contra o fecho das maternidades do que dos consulados).
Agora, se em nome da redução de despesas pedem sacrificios às gravidas portuguesas, arriscando a que mais bebés nasçam em ambulancias, não me escandaliza absolutamente nada que peçam sacrificios também aos emigrantes.
A informação que disponibilizaste sobre os critérios é interessante e importante para quem se queira esclarecer. É sempre bom saber a opinião de quem está dentro do assunto. Obrigado.
Quanto ao "Medo de Existir", é um excelente livro de José Gil que te aconselho a leres.
Abraço

 

<Blogger NUNO SOARES said ... (11:05 da tarde) : 

Realmente este país dá mm muita volta...Por acaso alguém já pensou no orçamento do parlamento? Juntem essa conta á manutenção dos serviços administrativos de "tôdóportugal" e reflictam sobre a palavra CRISE! Com essa gente ninguém se mete...Da classe jornalistíca, descrevo a vergonha mais tarde!

Abraço!

 

<Blogger JAM said ... (11:32 da tarde) : 

Claro se ha contençao para as maternidades porque nao para os consulados? Alias isso vai ser peanuts para o sócrates... Com quase Portugal todo contra levou a dele à vante com as maternidades, agora isto é uma palhinha. É o governo do quero, posso e mando.